Beyoncé – É hojeeeeeeeeee!

Hoje sonhei que tinha perdido o show. Pesadelo do hell!!!

Acordei… Ufa! E já passei a coreografia pela última vez..

Step By Step...

Fui!

Ps: Show de abertura Participação especial da Ivete Sangalo: Beyoncé tira o pé do chão!!!

*Imagem de Ryan Casey, gentilmente roubada do Per Raps

Literatura Marginal – Sólo hay cultura donde hay diversidad

La periferia ha sido el escenario de una revolución cultural literaria positiva y enriquecedora.

En Brasil, cuando se habla de la literatura, la primera imagen que viene siempre a los escritores reconocidos, respetados, aquellos en los que los estudiantes deben leer durante la formación inicial o durante el pre-examen de ingreso.

Lamentablemente, el país no hay ningún incentivo para leer por placer. La educación pública no se preocupa por capacitar a la gente, y muchas veces no se molesta en alfabetizar a sus alumnos. Incluso la creación de la Ley 9394/96, que prohíbe el fracaso de los estudiantes que empiezan la escuela divide opiniones.

Para los estudiantes de las escuelas privadas, la situación no es tan diferente. Este es un problema independiente de la clase social, raza o credo. La educación sigue siendo precaria en el país. Sin embargo, cuando hay condiciones financieras, es más fácil salir de este prejuicio cultural.

Para la clase baja, cualquier incentivo cultural és bienvenido. Y cómo muchos, si no todos los demás aspectos culturales, la literatura marginal fue creada para satisfacer una necesidad, y desde entonces ha tenido lugar, de generación en generación por casi cuatro décadas. Sus principales características son: el lenguaje coloquial y la jerga.

En los años de 1970 a la literatura marginal, ha llegado en un momento político intenso. Durante la dictadura militar brasileña, intelectuales escribieron poemas en un acto de subversión contra las ordenes impuestas por el gobierno opresor. Los temas van desde las drogas, el sexo y la política. Con lenguaje coloquial y popular.

Literatura y medios de comunicación

En las últimas décadas los medios de comunicación dieron espacio para los pobres han podido demostrar un poco más sus valores y su propósito. Se observó que la periferia tiene mucho que mostrar: estilo, música, cine, el comportamiento y en la literatura específica. Pero este ultimo no ha reconocido aún. Todavía no parece que la literatura tradicional, puede haber sido creada para la inserción de los jóvenes desfavorecidos a la práctica de la lectura.

Como en otros aspectos culturales, la persistencia ya ha mostrado resultados. Y en este caso, la literatura de buena calidad se ha producido.

La Revista Caros Amigos/Literatura Marginal, empezó a publicar los textos de los escritores de clase social baja que, allí, se informó de su vida cotidiana. Los mensajes de esta práctica varía, puede ser de protesta, el amor, el abuso, pero siempre con un lenguaje coloquial, accesible para todos los públicos.

Escritor Ferrez autor de “Capão Pecado”, es uno de los mayores nombres literarios. Y cuando se le preguntó por la revista Caros Amigos y si había alguna razón para seguir el estilo, él responde:

“Tenemos mucho para proteger y mostrar, tenemos nuestro vocabulario és muy valioso, especialmente en un país colonizado por el día de hoy, donde la mayoría no tienen la representación social y cultural”.

Literatura marginal este año ganó un espacio pequeño, pero muy importante para su reconocimiento y aprecio. El primer periódico, el Boletim do Kaos, con 100% de contenido literario, con la garantía de espacio para los nuevos escritores a expresarse y a los veteranos escritores que informen sobre sus experiencias en la literatura, marginales o no.

El primer periódico impreso

El Boletim do Kaos es la versión impresa de esta cultura libre y popular. Con circulación mensual de 10 mil ejemplares, que se distribuyen estratégicamente en las zonas de mayor necesidad cultural, en barrios marginales, en las organizaciones no gubernamentales, escuelas públicas y puntos culturales. Para satisfacer la necesidad de tener su contenido en todas partes, mensualmente, después de la publicación impresa, el Boletim do Kaos se puede leer en su totalidad a través de la versión en línea. Y la participación puede darse en el blog.

La interacción inmediata con el público

Al variar el mismo tema, la poesía también tiene su cuota. Se organizan “Saraus” en las afueras de Sao Paulo, por los poetas para intercambiar experiencias. El más conocido és el Sarau de la Cooperifa (Cooperativa Cultural Periferia), organizado por el poeta Sérgio Vaz, que garantiza un espacio abierto al público para hablar, expresarse y de conocer la poesía de los poetas nuevos y veteranos.

Hace ocho años, allí, se muestran sus inquietudes, angustias, amores y quejas. En la actualidad, algunos consideran a una persona “educada” por la lectura de “buenos libros” y escuchar “buena música”. Sin embargo, la cultura se adquiere de diversas maneras. No hay cultura menor o mayor, rico o pobre, bueno o malo. Depende de cada grupo social.

Nombres como Ferrez, Sérgio Vaz, Alexandre de Maio y Alessandro Buzzo pueden mostrar la importancia de la literatura marginal. Sólo hay cultura donde hay diversidad.

Artigo publicado originalmente no Suite101 – Literatura Marginal

Boletim do Kaos

Os melhores tempos…


Um telefonema inesperado, só para dizer que está com saudades, pode encher de alegria o coração

ÀS VEZES fico pensando: quais foram os melhores anos de minha vida? E você, pensa nos melhores da sua? Onde você estava, o que fazia, para que esse tempo tenha sido eleito por você como o mais inesquecível, entre tantos?


Não é fácil. Existiram tempos maravilhosos porque você estava em Paris ou Veneza; outros, tão maravilhosos quanto, numa praia do Ceará, nos tempos em que não tinha nenhuma responsabilidade; outros quando assumiu a primeira, com a chegada do primeiro filho. Pensando bem, foram muitos, diferentes e maravilhosos. Houve também os ruins e os muito ruins, mas esses são para guardar no fundo do coração, são só nossos e não se divide com ninguém.


Os bons tempos foram tão bons, e tantos, que fica difícil escolher. Seria quando você estava tão apaixonada -uma das vezes em que esteve apaixonada? Não, positivamente não.


Como se sofre quando se está apaixonada. A fragilidade de quem ama é de tal ordem que qualquer coisa pode fazer com que uma mulher, em segundos, passe da situação de ser a mais feliz do mundo para a de mais desgraçada do universo, e tudo depende dele, só dele.


Um telefonema inesperado, só para dizer que está com saudades, pode encher de alegria o coração de quem vive um amor. Mas qualquer atraso pode fazer com que uma mulher enlouqueça, literalmente, e faça as piores fantasias; naquele momento ela pode até achar que ele está num motel com a ex-esposa -é, mulher apaixonada fica insana- e que tinha razão quando achava que ele era mentiroso, fingido, e que as juras de amor ele fazia a todas.


Em parte todo homem merece que a mulher desconfie dele, e que ache, às vezes, que ele não vale nada. Na maioria das vezes ninguém vale tanto quanto a gente acha que vale quando está amando, mas esse é apenas um dos riscos que correm os que inventam se apaixonar.


O pior de tudo é que, quando se ama, se depende do outro para conseguir dormir, comer, fazer ginástica, dar uma boa risada, ler um livro, ir ao cinema, ser feliz, enfim.Ou melhor: se depende do outro para viver. Agora, com a cabeça fria: dá para entender que todo mundo queira se apaixonar?


Mas tem também o outro lado: ser amada. E pior: ser muito amada. Quando um homem se apaixona, pode levar uma mulher à loucura, no melhor sentido -ou no pior.
No princípio, ela até gosta: qual a mulher que não adora ter um homem a seus pés?
Bem, até adora, mas durante um tempo, e em termos. O difícil numa paixão é não exagerar, não passar da medida, até porque quem ama demais está fadado a ser abandonado. O ser humano não costuma falhar, e nada faz com que uma pessoa se desinteresse mais rápido do que ter a certeza de que a outra está definitivamente conquistada.

Agora, a hora da verdade: quais foram os melhores tempos de sua vida? Sinceramente mesmo? Pois foram os tempos em que estava só e que não dependia de ninguém para ser feliz ou infeliz.Era dona do seu nariz; mesmo quando viajava sozinha, e não tinha um amigo com quem jantar, e sentia aquela semi depressão de estar numa cidade estranha, num país estranho, muitas vezes com os termômetros marcando 0C, ah, que tristeza. Uma tristeza, sim, mas tão boa quanto as maiores alegrias. Porque ela foi sua, totalmente sua, e as coisas que são só nossas e não dependem de ninguém não têm preço. Mas atenção: quando se descobre que se pode ser feliz totalmente só, passa a ser perigoso, porque a partir daí fica difícil pensar em voltar a dividir o controle remoto. O controle remoto e a vida.

Follow your dream...

Adoro a Danuza Leão e às vezes penso que ela também me adora.

Os melhores momentos, Folha de S. Paulo, 27/12/2009

O Haiti é aqui, o Haiti não é aqui…

Ontem, antes de dormir, fui dar uma última olhada no meu twitter, quase não tenho postado nada lá, mas é a minha fonte de informação mais rápida. E vi um post da Sandy (do Júnior) que dizia o seguinte:

SandyLeah

Achei q tivesse sido clara. Pelo visto, ñ fui. Desculpe se ofendi alguém. Esclarecendo: ajuda ao Haiti: sim, óbvio; ajuda ao Brasil: também.

E em seguida veio:

SandyLeah

E agora chega! Se for pra investir mais tempo nesse assunto, q seja procurando maneiras de ajudar. Lá e aqui. Boa noite.

E eu fui na página dela pra tentar entender o “mal-entendido” e me surpreendi com as mensagens dela, tinha dezenas de orientações para os seus 276.838 seguidores colaborarem com os necessitados das tragédias de Angra dos Reis, São Luís do Paraitinga, Agudos… E muitas pessoas completamente envolvida pelas notícias massificantes que a mídia tem mostrado sobre o Haiti, não aceitaram que a cantora desse prioridade aos nossos problemas sociais. Ela, por sua vez, ficou muito puta e foi dormir.

Mas o que a Sandy não entendeu foi o seguinte: 90% dos seus seguidores são massa de manobra, são os ouvintes que suportavam suas músicas tocando 8x por hora nas rádios mais populares, são os telespectadores que assistiam ela no Gugu, no Faustão… E que agora souberam da tragédia do Haiti e foram correndo no google digitar a palavra HAITI e estão profundamente abalados com o que encontraram.

Mas isso não é uma exclusividade da massa. Vôos lotados de jornalistas estão saindo daqui rumo ao país caribenho, quem chegar primeiro registra mais mortes, e a maioria deles também digitaram no google a palavra HAITI antes de embarcarem.

O Obama e o resto do mundo se colocaram a disposição com toda a ajuda possível. Um pouco tarde, não? O país esquecido pelo mundo só conseguiu apoio humanitário e político depois que acabou.

O Haiti antes do terremoto

A matança em Serra Leoa continua… Quem oferece ajuda? Por que a mídia não se mobiliza para salvar os que ainda têm salvação? Por que será que notícia boa não é notícia?

Sem precisar ir ao Caribe, temos um exemplo bem próximo. Em novembro de 2008, Santa Catarina viveu um período doloroso com uma das maiores enchentes dos últimos 15 anos, segundo alguns veículos. O país parou pra mandar alimentos, remédios, móveis, vestuários… A mídia criou uma corrente de apoio e geral ajudou.

Enchente em Santa Catarina

Um belo dia, cheguei a faculdade, atrasada como sempre, e uma professora do curso de JORNALISMO me pressionou: Arantes, espero que você tenha chegado atrasada porque passou no Sondas (supermercado próximo a faculdade) e trouxe alimentos não perecíveis para mandarmos para Santa Catarina. Educada que sou respondi: Na verdade não, eu estava no laboratório de informática procurando na internet alguma forma de ajudar o nordeste a amenizar o sofrimento causado pela seca e a fome há anos. A senhora sabe me informar? Tensão no ar… Pensei na DP… Recuei: mas posso ver isso no intervalo ou da minha casa.

Seca no nordeste brasileiro

Claro que eu não estava no laboratório, mas a questão é ir além do que os olhos enxergam. Aquela caixa de ajuda no hall de entrada já estava me incomodando há tempos. E uma professora vai precisar mais que um diploma pra me coagir.

E eu acho tão ruim as pessoas não enxergarem mais além. Vamos ajudar o Haiti, mas vamos ajudar os flagelados do nordeste, vamos ajudar os desabrigados de São Luís do Paraitinga, vamos ajudar Agudos, vamos ajudar Angra dos Reis…

Tem um ditado que diz: Todos querem salvar o mundo, mas ninguém quer ajudar a mãe a lavar a louça.

Nos falantes?

“O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui’

Um pedido rápido…

Que eu não desista de ser grande mesmo sabendo que o mundo é pequeno…

E que daí de cima tenha sempre Alguém guiando os meus passos…

Obrigada Deus, por tudo que eu tenho conquistado e o que ainda está por vir.

Amém.

Irreplaceable?


“…You must not know about me, you must not know about me…”

Faltam 29 dias…

O 1º ninguém esquece

Há! Eis o nosso primeiro post de 2010.

Tenho tantas coisas pra falar… Tive um fim de ano MASTER. Com pessoas queridas. Praia, chuva, luau, risadas, trânsito, churrasco feito por mulheres (que nunca tinham feito churrasco na vida), passeios de barco… Típico fim de ano feliz e entre amigos, porém, há tempos eu não me jogava feito uma adolescente desvairada.

Valeu a pena ê ê... Sou pescador de ilusões...

Entre uma cerveja e outra fiquei sabendo das tragédias que marcaram essa virada: Deslizamento de terra em Angra dos Reis, São Luís do Paraitinga debaixo d’água, Bóris Casoy humilhando os garis… FODA! Daí eu me lembrei de voltar pra realidade. Desejo um 2010 incrível para todos, mas confesso que às vezes desacredito dos meus próprios desejos e tenho muito medo de viver numa grande utopia.

Bóris Casoy: 157 anos e não aprendeu nada!

E por falar em medo e utopia, hoje li um post no blog Miss Lexotan, que eu me identifiquei horrores, não só pelo nome, mas porque nele a autora fala sobre medo. E hoje eu acordei com muito medo. Mais do que os meus medos diários e até nomais. Estou com muito medo de esperar o que nunca vai chegar. E também com medo de cair na estrada. E também medo de mudar e de não mudar. Medo de fazer a escolha errada… Poutz! Lexotan intra-venosa na Negrita. Esse trecho me caiu como uma luva:

“…Caralho, a gente só tem UMA VIDA. Uma, porra!!!! Qual é a dificuldade de entender isso? Qual é a parte que a gente não entendeu ainda?
Como diz a canção de um poeta louco aí, “o medo é uma droga pesada”; talvez a mais pesada de todas. E eu tô ficando com um bode de pessoas que se escondem atrás de velhas ideologias e que se prendem a coisas que não existem mais. Eu tô ficando com vontade de sumir, de nunca mais ter de me olhar, de ver a minha imagem refletida, nos olhos de quem tem medo de mudar… Tô ficando puta com quem tem medo de mim; medo de saber que eu posso ser uma coisa boa. É injusto, eu sei. Eu continuo com medo também. Mas é o que eu sinto… é como se eu esperasse que as pessoas fossem mais fortes que eu…. Apesar de que hoje eu sei que coragem não é nunca sentir medo…. coragem é fazer o que precisa ser feito apesar do medo. E eu faço.”

Miss Lexotan, Jan/2010

Pois é, eu TAMBÉM FAÇO. Eu tenho medo, mas também tenho coragem…

Enfim… Vamos parar por aqui porque enquanto o medo me assola, São Luís do Paraitinga continua submersa, Angra continua soterrada e o filho da puta do Bóris Casoy continua representando conteúdo e informação do alto de sua ignorância. QUE MEDO!

Um 2010 lindo para todos! Paz, amor, e SEM MEDO DE SER FELIZ!

Temer o amor é temer a vida e os que temem a vida já estão meio mortos.

Que venha 2000iDEZ

Foi tenso! Mas, praticamente, já acabou!

Agradeço a Deus por tudo o que eu conquistei esse ano… Mas, na boa? 2009 já deu, né? Que venha 2010… Que venham minham realizações pessoais e profissionais… Que venham NOVAS dificuldades pra me tornar uma pessoa melhor… Mas que venha logo porque eu tenho sede de mudança.

A todos os queridos e queridas que leram o bloguinho durante o ano, aos que se indignaram com alguns posts, aos que reservam 2 minutos do seu atribulado dia para dizer “li o post de hj, adorei”… UM 2000iDEZ excelente, cheio de paz, amor, alegrias, saúde, cerveja, sexo, música, festas, viagens… Já falei cerveja?

E para renovar as energias vejam o que me espera:

A paz...

Na Vitrola?

O Rappa – Me deixa

All we need is love

De perto ou de longe… Amor é amor!

Vídeo indicado pela Lígia Hipólito

Feliz Natal! Merry Christmas! Joyeux Noël!

Desejo a todos muita paz… E o resto é consequencia…

Feliz Natal!

E, pelo menos pra mim, nada melhor que Marvin Gaye para aquecer o coração.